Tom Morello e a fúria dos SSSC


Enquanto não anda em tournée com os Rage Against the Machine, Tom Morello vai-se entretendo com Boots Riley e os Street Sweeper Social Club.

Tom Morello continua empenhado em projectos paralelos aos Rage Against The Machine. Depois de ‘The Nightwatchman’, o guitarrista lançou um álbum com os Street Sweeper Social Club , nascidos de uma colaboração com Boots Riley.

Em Maio deste ano, os SSSC andaram em tournée com os Nine Inch Nails e os Jane’s Addiction. No mês seguinte foi lançado o disco de 11 temas, produzido por Morello.

O estilo dos SSSC não engana: a guitarra de Morello e os riffs groovy a que nos habituou nos RATM soam-nos familiares. Até a voz de Boots Riley não anda muito longe do estilo de Zack de la Rocha. As letras? De intervenção, como seria de esperar.

A música é boa, os riffs e solos de Morello continuam num nível alto mas… falta qualquer coisa. Dificilmente conseguirá alguma vez formar um projecto tão original e poderoso como os RATM. Nem os Audioslave de Chris Cornell – talvez a melhor voz do rock actual – chegaram tão longe.

“Promenade” é o segundo single do álbum de estreia dos SSSC. Vale a pena ouvir o solo de Morello aos 3’45”:

Muse: playback não é para eles

Num programa da televisão italiana, a banda britânica mostrou o seu descontentamento por ter sido obrigada a fazer playback de uma forma original.

Os Muse actuaram num programa de televisão italiano em playback … Mas a banda não se mostrou muito contente com a “obrigação” e resolveu mostrar o seu descontentamento apresentando o novo single “Uprising” com os três elementos da banda a trocarem de instrumentos .

Assim, o vocalista Matthew Bellamy passou para a bateria , onde se divertiu com batidas fora do ritmo, o baixista Cristopher Wolstenholme pega na guitarra de Bellamy e nos teclados e o baterista Dominic Howard atira-se ao baixo de Wolstenholme e às vocalizações .

A encenação continua na entrevista realizada pela apresentadora depois de a banda actuar. Veja o vídeo abaixo.

Streaming: é fácil, grátis e dá milhões de canções

De acordo com um estudo de mercado da consultora norte-americana NPD, conhecido ontem, as vendas de discos online – através de sites como a AmazonMP3 ou a loja iTunes – vão igualar as dos CD já no próximo ano.
Nos EUA, estes discos de acrílico representam ainda 65% das vendas de música, um número que segundo a consultora vai diminuir até as vendas digitais (legais e pagas) conquistarem mais de metade do mercado.
Na lápide do formato óptico que destronou o vinil e a cassete vai ler-se “Compact Disc, 1982 – 2010”?
Ainda é cedo para mandar gravar a inscrição, mas se as vendas digitais abalam o negócio dos discos de 12 centímetros, então o streaming parece capaz de o fazer esquecer definitivamente – e o CD passa a ser apenas um objecto decorativo, para pendurar nos retrovisores dos carros ou deixar espalhado nas colheitas para afugentar os pássaros.
Há cerca de um mês, um estudo britânico indicou que os jovens daquele país estavam a deixar de fazer downloads ilegais. Em vez disso, preferiam ouvir música por streaming (em tempo real, sem copiar as canções para o disco rígido), sem gastar dinheiro nem infringir leis. Na internet, são às dezenas os sites onde se podem ouvir canções (singles ou discos inteiros), fazer playlists e partilhar gostos e desgostos com um mundo inteiro através de redes sociais de melómanos.
É possível fazer uma rádio online só com os nossos gostos pessoais ou deixar que um complexo algoritmo matemático sugira outras canções compatíveis com as preferências do utilizador.
Escolhemos os dez melhores sites de streaming.
Blip.fm É tido como o Twitter dos sites de partilha de música. Segue o mesmo princípio: um número limitado de caracteres (150) e a resposta a uma pergunta – “O que é que está a ouvir?”. Pode ser sincronizado com o próprio Twitter ou redes sociais como o Facebook. É possível seguir outros utilizadores e acrescentar gente que partilhe os mesmos gostos musicais. O i tem o seu próprio endereço em www.blip.fm/inoblip.
Critical Metrics Há vários sites de partilha de música onde as canções são recomendadas pelos utilizadores, gente mais ou menos anónima. O Critical Metrics funciona da mesma maneira que todos esses sites, mas com uma diferença: as escolhas são todas de críticos reputados. Junta peritos de mais de 150 publicações que escolhem a partir de uma biblioteca de 40 mil canções. É o site com música mais antiga: ouvem-se sons desde 1890 divididos em centenas de playlists. Criado por um antigo executivo da VH1, o Critical Metrics tem como objectivo criar uma referência definitiva na história da música.
Deezer O site de streaming francês disponibiliza mais de 3,5 milhões de canções. Distingue-se das outras páginas pelo design atraente e a rede social embutida, uma área de acesso reservado. A sua popularidade deve-se sobretudo aos blind tests, jogos em que o utilizador tem de adivinhar quais são as canções que vão sendo tocadas.
Grooveshark Simples, intuitivo e muito eficaz. O Grooveshark funciona como um motor de busca convencional: na homepage há uma caixa para teclar o que se procura e pouco mais. A base de dados é gigantesca e a navegação é a mais fácil de todos os sites de streaming. Dispõe de um sistema de recomendação de canções semelhante ao Pandora, o Autoplay, mas as sugestões dadas ao i foram sempre bastante toscas. Tem 400 mil utilizadores.
The Hype Machine Tem tudo, como um centro comercial. Não é preciso ir procurar a mais lado nenhum. O Hype Machine funciona como um agregador de centemas de blogues de MP3 e streaming. Tem como principal vantagem permitir o download de vários ficheiros, mas sobre esta característica têm caído suspeitas de ilegalidade.
imeem É mais uma rede social com canções do que uma site de música com a possibilidade de fazer amigos. Os recursos são muito semelhantes a sítios como o Facebook, permitindo a troca de imagens, vídeos e mensagens entre os utilizadores. Gratuito, consegue as suas receitas apenas através da publicidade e tem mais de 25 milhões de visitas por mês.
Jango As ondas AM estão quase mortas e nas FM ouve-se apenas publicidade interrompida por pequenos compromissos musicais. O site Jango permite a criação da rádio perfeita: um utilizador faz as listas de canções a tocar e partilha–as com o mundo inteiro. Tem mais de um milhão de utilizadores e cerca de três milhões de rádios personalizadas.
Last.fm A maior comunidade de partilha de música do mundo gosta de conhecer bem os seus utilizadores. É graças à informação que recolhem de cada um deles que são construídas as playlists. Usando o sistema de recomendação de músicas próprio, o audioscrobbler, o Last.Fm cria playlists personalizadas. Permite o download de algumas faixas, sempre que haja permissão dos autores. Desde Abril deste ano que o serviço é pago (três euros por mês) para toda a gente fora dos EUA, Reino Unido e Alemanha.
Muxtape O Myspace foi, durante muitos anos, a referência no que toca a sítio onde encontrar novas bandas. Mas com o passar do tempo, o entusiasmo à volta do site esmoreceu. O Muxtape quer ser uma alternativa ao rei da web 2.0 e para isso apresenta um design mais atraente e melhores condições aos músicos – que ali podem deixar as suas canções para serem tocadas em streaming, datas de concertos, vender bilhetes, merchandising, etc.
Pandora Funciona assim: o utilizador escreve na barra de busca um músico ou uma canção de que goste. O Pandora devolve o tema escolhido e a partir dessa e de outras escolhas (classificadas num sistema “gosto/não gosto”) deduz os gostos de quem está do outro lado do monitor. Infelizmente, aquele que é o mais apurado algoritmo de orientação musical não está disponível em Portugal (ou qualquer país fora dos EUA) devido às limitações aos direitos de autor.

Fonte: ionline.pt

Música para os ouvidos

A sugestão que hoje lhe damos pode servir para animar as tardes de trabalho ou ser uma companhia em casa quando está no PC.

O Musicovery é um serviço de rádio online que oferece vários estilos para conjugar com cada gosto musical, ou mesmo com o humor de cada dia.

Funk, disco ou blues são algumas das opções de que pode desfrutar neste um entre muitos serviços do género que a web oferece de forma gratuita.

por Helder Gonçalves Publicado em música

Paris Hilton já está na prisão

Celebridade entrou ontem na prisão de Los Angeles.

Depois de à tarde ter comparecido na cerimónia MTV Movie Awards, Paris Hilton deu ontem entrada na prisão de Los Angeles. A celebridade cumprirá uma pena de 23 dias por ter violado uma pena suspensa, depois de ter ficado com a carta apreendida por conduzir sob o efeito do álcool.Em declarações aos jornalistas que a inquiriram na passadeira vermelha do evento da MTV, Hilton declarou: «Estou a tentar ser forte agora. Estou pronta para cumprir a minha sentença. Embora sejam tempos difíceis, tenho a minha família, os meus amigos e os meus fãs a apoiar-me, e isso ajuda muito».

Paris Hilton está numa secção especial da prisão, separada das mais de duas mil prisioneiras. A secção compõe-se de 12 celas para duas pessoas e está reservada a agentes policiais e celebridades. Hilton fará as refeições dentro da cela e poderá sair durante uma hora para tomar banho, ver TV, participar em actividades no recinto ao ar livre ou falar ao telefone.A também cantora e actriz declarou que podia ter ido para uma prisão privada, mas «não quis porque sinto que os media passam de mim uma imagem que não corresponde à realidade. Por isso quis ir para uma estatal, para mostrar que consigo fazê-lo e que serei tratada como outra pessoa qualquer. Vou cumprir a pena e vou fazê-lo como deve ser».