Especial Matosinhos em Jazz 2009

11 de Maio de 200913 a 16 de Maio de 2009

O Matosinhos em Jazz tem já um lugar cativo e relevante no calendário de festivais de jazz em Portugal. As suas anteriores edições assim o confirmam, pela enorme afluência de público e pela excelente programação apresentada.

No primeiro dia do festival, 13 de Maio, o Salão Nobre da Câmara Municipal de Matosinhos recebe o projecto Quadro Nuevo, onde o tango e o jazz convergem numa simplicidade de linguagens e de comunicação, ideal para um concerto aberto à comunidade.

No segundo dia, 14 de Maio, a comemoração do 10º aniversário da Orquestra Jazz de Matosinhos, a melhor e mais profícua orquestra de jazz portuguesa, tem uma convidada muito especial e que quase dispensa apresentações: a compositora e regente de orquestra norte-americana Maria Schneider.

No terceiro dia do festival, 15 de Maio, a apresentação de uma das mais promissoras cantoras do panorama nacional do jazz, Maria Anadon, dá continuidade à presença de vozes em todas as edições, uma das características programáticas do Matosinhos em Jazz.

Sendo a edição deste ano dedicada ao trompete, não poderia faltar uma das suas vozes cimeiras, o transcendente Arturo Sandoval, fundador de um dos mais carismáticos grupos cubanos, os Irakere.

O último dia do festival, 16 de Maio, traz dois nomes grandes do jazz, nacional e internacional, Sandro Norton e o Trumpet Summit c/ Jon Fadis, Terell Stafford e Randy Brecker.

Sandro Norton nasceu em Matosinhos e estudou em Londres, onde tirou o mestrado em composição contemporânea. Na sua estada em Londres tocou com nomes famosos como Pip Williams (Dido), Mike Outram, Vasilis Xenopopoulos, Ian Anderson (Jethro Tull) e Gwin Mathias (James Brown). O Trumpet Summit foi criado para o famoso festival “Jazz in Marciac”, onde inicialmente participaram os trompetistas Clark Terry, Benny Bailey, Jon Faddis, Roy Hargrove e Nicholas Payton.

Nesta apresentação em Matosinhos contamos com a presença de Jon Faddis, Terell Stafford e Randy Brecker, quatro nomes cimeiros da trompete de jazz mundial.

MATOSINHOS – Capital do Jazz em Portugal

Ao sétimo dia ouviu-se jazz num beco recôndito de Harlem e a música espalhou-se pelos sete continentes, nos sete dias que a semana conseguiu comportar.

Esta doença pela música que expande a alma e lhe é fiel, apoderou-se dos povos espalhados pelos sete cantos do mundo e Matosinhos não foi excepção.

Foi lá que o jazz se imiscuiu nos cafés, nas ruas, nas escolas, nos jardins e nas gentes que se habituaram ao seu convívio.

A Câmara Municipal de Matosinhos tem criado ao longo dos últimos doze anos – levando o jazz às escolas, com “O Jazz Vai à Escola”, às ruas, com “O Jazz Desce à Cidade”, aos lares, aos clubes, às cadeias, no Natal, com “O Jazz do Pai Natal” – uma posição ímpar no panorama do jazz nacional.

Luís Villas Boas tem uma placa na Av. D. Afonso Henriques, a Orquestra Jazz de Matosinhos nasceu em Matosinhos (Heritage Club) e o B Flat é um dos clubes de jazz de referência.

O Matosinhos em Jazz, uma das referências dos festivais de jazz em Portugal, em 2009 perfaz a sua 13ª edição.

Este festival surge como o culminar de um verdadeiro trabalho junto dos jovens e dos cidadãos, numa cidade que respira cultura e que cria uma inter-acção directa com os seus munícipes.

Pelo Matosinhos Jazz passaram: Abdullah Ibrahim (Dollar Brand); Bley/Mraz/Foster Trio, Geri Allen/Wallace Roney Quartet, Muhal Richard Abrams Sextet, Courtney Pine & Underground, Mark Murphy & Alan Broabent Trio, Magic Slim & The Teardrops, Lester Bowie Brass Fantasy, Koko Taylor and Her Blues Machine, David Murray Septet com Fontella Bass, Patricia Barber Trio, Tânia Maria Group, Trovesi / Coscia, James Carter Sextet, Lee Konitz, Charlie Haden e Bobo Stenson, Sam Rivers Rivbea Orchestra, Kenny Neal Blues Band, Wallace Roney Quintet, Bennie Wallace & Trio de Mulgrew Miller, Omar Sosa Septet, Trio Flora Purim / Airto Morerira / Miguel Braga, Toots Thielemans com Ivan Paduart, Rufus Reid Quintet, Larry Coryell, André Sarbib, Saheb Sarbib, Joe Lovano e Barry Altshul, Badi Assad e John Abercrombie, Shemekia Copeland, Gary Burton’s “Generations” Band, Barbara Hendricks & Magnus Lindgren Quartet, Bill Evans Soul Grass Band, Mário Laginha & Bernardo Sassetti, Charles Gayle Trio, Dave Holland Quintet, Benny Golson, Cyrus Chestnut, Mark Turner, Ernie Watts, David Binney, Richard Galliano, Paquito D’Rivera, Renee Rosnes, Maria João, Hamilton de Holanda.

CURRÍCULOS/BIOGRAFIAS

QUADRO NUEVO Os Quadro Nuevo formaram-se em 1996. O guitarrista Robert Wolf participou em algumas digressões com Paco de Lucia, o saxofonista Mulo Francel é um músico convidado para participar em diversas orquestras de jazz, o contrabaixista D.D. Lowka trabalha com vários projectos na música latina e o acordionista é um especialista na “valse musette”. O projecto de cruzamento do jazz com o tango contém ainda elementos musicais do flamenco e do “Balkan swing”.Este quarteto já tocou em diversos festivais de jazz, onde se destacam: ”Montreal Jazz Festival”, “Internationale Jazzwoche Burghausen”, “Rheingau Musikfestival”, “Meraner Musikwochen”, “Saalfelden Jazztage” e o “Quebec Festival”. Em 2005, os Quadro Nuevo tocaram em Singapore, Coreia, Canadá, Austrália, Itália, Espanha, França, Suíça, Áustria, Dinamarca e na Turquia, num total de mais de 1500 concertos realizados por todo o mundo.Receberam o “German Jazz Award “ e estiveram no “ the Top Ten of the Jazz and World Music Charts “ *

MARIA SCHNEIDER

Maria Schneider concluiu os estudos na universidade de Minnesota, na universidade de Miami e na Eastman School of Music com nota máxima. Iniciou os seus trabalhos profissionais com Bob Brookmeyer e foi assistente de Gil Evans. Criou a sua orquestra “Maria Schneider Jazz Orchestra” em 1993 e actuou nos principais festivais na Europa, no Brasil e em Macau.Foi convidada para dirigir as principais orquestras de jazz do Brasil, França, Suécia, Dinamarca, Noruega, Finlândia, Bélgica, Holanda, Alemanha, Canadá e Austrália. Metropole Orchestra, Stuttgart Jazz Orchestra, Orchestre National de Jazz (tema “Recapitulation”), Carnegie Hall Jazz Orchestra (tema “El Viento”), Monterey Jazz Festival (“Scenes from Childhood”), University of Miami Concert Jazz Band (“Three Romances”), Hunter College (“Concert in the Garden and Sky Blue”), Jazz at Lincoln Center (“Bulería, Soleá y Rumba”), Los Angeles Philharmonic Association (“Aires de Lando”) e Peter Sellars’ New Crowned Hope Festival (“Cerulean Skies”) foram algumas das orquestras que interpretaram temas seus.Schneider foi distinguida pela sua já longa carreira discográfica com o trabalho “Evanescence”, nomeado em 1995 para dois Grammy Awards. O seu segundo e terceiro trabalhos discográficos, “Coming About” e “Allégresse”, foram também nomeados para Grammys, sendo que “Allégresse” foi escolhido pela TIME and BILLBOARD para o “Top Ten Recordings”.Em 2005 foi distinguida com o Grammy Award para “Best Large Ensemble Album” e recebeu ainda o prémio “Jazz Album of the Year” do Jazz Journalists Awards e da DOWNBEAT Critics Poll. Foi ainda considerada “Composer of the Year” e “Arranger of the Year”, e os críticos de jazz nomearam a sua orquestra “Large Jazz Ensemble of the Year.”

*ORQUESTRA JAZZ DE MATOSINHOS

Criada em 1999 com o apoio da Câmara Municipal de Matosinhos, a Orquestra Jazz de Matosinhos (OJM) tem vindo a afirmar-se como uma das formações mais dinâmicas do jazz português. Sob a direcção de Carlos Azevedo e Pedro Guedes, a orquestra desenvolve uma linha de orientação que privilegia, por um lado, a criação de um repertório próprio e, por outro lado, a organização de projectos específicos para os quais vem convidando solistas e maestros de relevo internacional. Entre estes, destaca-se o concerto de encerramento da Porto 2001, preenchido com obras encomendadas a autores portugueses e a participação dos solistas Ingrid Jensen, Bob Berg e Conrad Herwig. No ano seguinte, em conjunto com o Remix Ensemble, é recriada uma obra de referência da dupla Miles Davis/Gil Evans – Sketches of Spain – com direcção de Stephan Ashbury. Em 2003, é a vez de Carla Bley ser convidada para dirigir obras suas no Festival Obra Aberta (Casa da Música), concerto no qual participaram também Steve Swallow e Gary Valente. Outros convidados especiais da OJM foram, em 2004 e 2005, Mark Turner e Rich Perry e ainda Dieter Glawischnig, maestro-director da Big Band da NDR. Mais recentemente, o saxofonista norte-americano Chris Cheek, para além de ter participado na gravação (2005) do primeiro álbum da orquestra – Orquestra Jazz de Matosinhos Invites Chris Cheek -, vem actuando como solista principal da OJM em vários concertos relacionados com a divulgação deste disco. A culminar esta crescente actividade nacional, já com expressão além fronteiras, merecem especial destaque alguns concertos realizados pela orquestra em vários pontos do país e também em Espanha e, sobretudo, o convite endereçado a Lee Konitz, um histórico do jazz, para uma série de concertos que se prolongou por todo o ano de 2007 e que teve, como momento mais alto, a participação da OJM num concerto especial realizado no JVC Jazz Festival (Carnegie Hall, Nova Iorque, Julho de 2007) e comemorativo do 80º. aniversário do grande saxofonista. Sublinhe-se que esta foi a primeira vez que uma formação instrumental portuguesa participou num festival de jazz norte-americano desta dimensão, tendo-se ainda seguido uma actuação no clube Jazz Galery, também de Nova Iorque. A produtiva colaboração com Lee Konitz deu origem à gravação de um segundo álbum da orquestra – “Portology” – já publicado pela editora norte-americana Omnitone e no qual, sob a direcção de Ohad Talmor, a OJM interpreta algumas peças clássicas e outras inéditas deste mestre notável, um projecto que se estendeu, em Outubro, à realização de dois concertos em Portugal (Casa da Música) e em Itália (Teatro Manzoni). Ainda significativa quanto à diversificação da actividade e rumo assumidos pela OJM, foi a decisão de desenvolver durante o ano de 2007 um conjunto de projectos específicos dedicados ao repertório de compositores e arranjadores de referência. O primeiro desses projectos – Thad Jones & Bob Brookmeyer – Do Classicismo à Modernidade – teve lugar em Março, através de dois concertos realizados no Porto (Casa da Música) e Almada (Teatro Municipal), tendo como objecto a obra destes dois grandes arranjadores e directores de orquestra do jazz moderno e contando com a participação especial de três músicos norte-americanos: Rich Perry, Nick Marcione e John Riley. Em Junho, foi a vez de o jazz para grande orquestra do país vizinho ser pela primeira vez divulgado em Portugal num concerto especial – E a Espanha Aqui tão Perto – realizado na Casa da Música e contando com a participação de Perico Sambeat como solista principal em obras do próprio saxofonista e ainda de Vicens Martín, Lluis Vidal ou Miguel Ángel Blanco. Convidada pelo ciclo Jazz no Parque (Serralves), a OJM apresentou ali, em Julho, um outro projecto exigente – John Hollenbeck ou Uma Nova Ideia de Big Band – para o qual convidou, como solista e director da orquestra, o destacado baterista norte-americano, um dos valores mais firmes e criativos do novo jazz para grande orquestra. Por último, a encerrar o ciclo de projectos de 2007, a OJM foi o suporte orquestral para o regresso da cantora norte-americana Dee Dee Bridgewater ao formato com que iniciou a sua carreira: a big band. No concerto de Dezembro realizado na Casa da Música e intitulado A voz cantada: o instrumento mais antigo do jazz, a cantora interpretou um repertório clássico de grandes standards do jazz, com arranjos de Frank Foster, Slide Hampton ou Cecil Bridgewater, tendo a orquestra sido dirigida por Carlos Azevedo e Pedro Guedes.

*MARIA ANADON

Perseguida anos a fio pelos jornalistas com a pergunta “Maria Anadon, porquê o jazz?”, Maria grava o seu primeiro CD em 1995, intitulando-o de “Why Jazz”. Acompanhada pelo quarteto feminino norte-americano Unpredictable Nature, na contracapa responde That’s Why!”. Entretanto surge “Cem Anos”, o segundo CD, editado em Novembro de 1998 pela Movieplay Grove, um trabalho cem por cento português, e que consiste na recriação e devolução à contemporaneidade de temas que serviram de bandas sonoras ao cinema português.A voz de Maria Anadon é, assim, o fio condutor que atravessa um século de história, com músicas que datam desde 1918, de compositores como António Pinho Vargas, Carlos Paredes, Manuel Jorge Veloso ou Tomás Pimentel, entre outros. Para algumas composições que originalmente não apresentavam texto, foram convidados poetas contemporâneos. Noutras, a voz é totalmente utilizada como instrumento fazendo naipe com os metais.“Cem anos” é um trabalho lusitano, que recolhe influências várias: o Fado de Lisboa, o cheiro a café de África, os sons da América Latina ou o ambiente dos clubes de Jazz de New Orleans. Tal como o primeiro CD, também este trabalho foi merecedor, da parte do Ministério da Cultura, da classificação de Manifesto de Interesse Cultural.Os concertos efectuados consistiam na fusão dos dois trabalhos discográficos, denunciando assim a universalidade do jazz em momentos mágicos, como o da colagem dos temas “Caravan ” e “Verdes Anos”. Em paralelo, inicia o seu trabalho com o Maestro António Saiote, onde interpreta e grava ao vivo alguns temas do cinema norte-americano acompanhada pela Orquestra Invicta de Clarinetes. Em 2000, a convite do pianista Arrigo Cappelletti, parte para uma série de concertos em Itália com um projecto inovador sobre o fado e o Jazz com textos dos nossos melhores poetas contemporâneos, Fernando Pessoa, Sofia de Melo Breyner, Mário de Sá Carneiro, Teresa Rita Lopes, entre outros. Neste ano, em simultâneo, inicia a gravação de um novo trabalho com o grupo Terra d’Água , um grupo novo com músicas inéditas e textos da sua autoria. Este trabalho tem edição pela Forrest Hill Records (etiqueta italiana), tendo sido lançado no mercado em concertos em Portugal e na Holanda.A sua paixão pelo Jazz tradicional mantém-se, o que faz com que os standards sejam uma constante na sua vida musical. Tentando sempre inovar o que todos conhecem, quer seja com um novo arranjo musical ou com a introdução de instrumentos novos, desta vez, Maria convida o violoncelo de Davide Zaccaria em vez de um contrabaixo, e o acordeão de Arnaldo Fonseca, e, juntamente com José Soares na guitarra, forma o Maria Anadon Ensemble. Inicia o trabalho como professora de canto na Music Land em Mafra. O seu trabalho como professora engloba a apresentação de workshops de voz tendo, como público-alvo, alunos de canto e profissionais da voz (professores). Para Outubro, está agendado o lançamento do terceiro álbum a solo, “A Jazzy Way”, com o grupo norte-americano Five Play.

*ARTURO SANDOVAL

Arturo Sandoval toca fluentemente desde jazz à música latina, da mesma forma que interpreta um concerto de Mozart, tal é a sua versatilidade como músico.Protegido do lendário Dizzy Gillespie, trocou a sua terra natal, Artemisa – uma pequena cidade perto de Havana (Cuba) por Miami (Usa). Iniciou os seus estudos clássicos com doze anos, onde estudou trompete e piano.Fundador do grupo mais místico da música cubana, os Irakere, foi considerado o melhor instrumentista da música cubana entre 1982 e 1990.Arturo Sandoval ganhou 4 Grammy Awards, 6 Billboard Awards e um Emmy Award. O filme “For Love or Country”, com Andy Garcia, conta a sua vida. Actuou ao lado de Justin Timberlake e de Alicia Keys, onde ganhou o seu sexto Billboard Awards para o “Best Latin Jazz Album”. Além do seu trabalho como professor na Florida International University, está ligado ao projecto do programa educacional” NARAS “.Como trompetista clássico, actua com diversas orquestras sinfónicas por todo o mundo. Compôs o seu próprio concerto para trompete “Concerto for Trumpet & Orchestra”, que podemos ouvir no disco “Arturo Sandoval: The Classical Album.” Foi convidado de John Williams para gravar o “ Williams’ original Trumpet Concerto” com a Orquestra Sinfónica de Londres. Arturo tocou e gravou com Dizzy Gillespie, Woody Herman, Woody Shaw, Michel Legrand, Bill Conti, Stan Getz, Johnny Mathis, Frank Sinatra, Paul Anka, Rod Stewart, Alicia Keys, Celine Dione, Tony Bennet e Patti LaBelle. Gravou a música de Dave Grusin’s, no filme “Havana”, e participou no “Mambo Kings” com a sua composição “Mambo Caliente”. Foi comissário no The Kennedy Center e compôs a música para o ballet “Pepito’s Story” com coreografia de Debbie Allen.

*SANDRO NORTON

Sandro Norton nasceu em Matosinhos e estudou na London College of Music, onde tirou o mestrado em composição contemporânea. Na sua estadia em Londres tocou com nomes famosos como: Pip Williams (Dido), Mike Outram, Vasilis Xenopopoulos, Ian Anderson (Jethro Tull) e Gwin Mathias (James Brown). Frequentou, paralelamente, outros cursos e workshops, assim como aulas particulares, e foi docente em diversas escolas privadas, primárias, secundárias e de ensino superior.A vida nos palcos é também uma vertente activa na vida de Sandro Norton. Desde a permanência em estúdio (onde fez sessões com Gwin Mathias, para além de trabalhos com Pip Williams, Bias, Dyce, Jocelyn Brown e Haife Kahiali) até performances ao vivo em formações que vão desde o duo até big band (National Youth Jazz Orchestra, West London Jazz Big Band) e teve oportunidade de actuar em diversos pubs e Clubes de Jazz por toda a Inglaterra, cimentando assim uma experiência e vivência únicas para um completíssimo músico de jazz, versátil como é. Regressado a Portugal, mantém várias formações activas, com diferentes desenhos orquestrais.

*TRUMPET SUMMIT – JON FADDIS, TERELL STAFFORD e RANDY BRECKER

The Trumpet Summit é um projecto iniciado em 1995, para o famoso festival, “Jazz in Mariac”. O grupo original contou com os talelentosos trompetistas, Clark Terry, Benny Bailey, Jon Faddis, Roy Hargrove e Nicholas Payton, acompanhados pelo trio de Cedar Walton.Nas últimas edições têm tocado Tom Harrell, Ingrid Jensen, Terell Stafford, Randy Brecker, Claudio Roditi, Jeremy Pelt e Lew Solof.Este projecto apresenta dois diferentes programas, “Tribute to the Trumpet Masters” e “The Music of Louis Armstrong”

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por Helder Gonçalves Publicado em 1

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